Em 2018, os jornais anunciavam que a Nasa colocaria uma nave espacial orbitando o Sol e o planeta Vênus; seu principal objetivo era tentar desvendar porque a corona solar é mais quente que a superfície do Sol, já que os astrofísicos não tinham a menor ideia porque isso acontece. Assim comecei a estudar esse fenômeno, tentando achar uma resposta. Como eu já estava preparando um livreto sobre a energia solar, me pareceu que ali havia algo semelhante a esse fenômeno. Procurei então nesse trabalho, para ver se havia alguma pista. Realmente, a resposta estava lá. A energia que o Sol produz não se dá só pela reação de fusão nuclear do hidrogênio, que se transforma em hélio, pois existe mais outra reação: a fissão nuclear do hélio, que volta a ser hidrogênio novamente abaixo da superfície do Sol. Nessa reação, ocorre a formação de bolhas gigantes, que sobem rapidamente, levando dentro delas todo o calor da reação de fissão nuclear. Ao chegar à superfície, o calor é arremessado bem para o alto, provocando, desta forma, uma temperatura maior, acima da superfície. Caro(a) leitor(a), você vai conhecer outras novidades sobre o Sol que parecem ser absurdas, mas são reais, porque estão acompanhadas de provas. Uma delas é a composição do Sol. Nas teorias atuais, o Sol é composto de 74% de hidrogênio, 24% de hélio e 2% de materiais mais pesados no núcleo. Já no livro A Energia Infinita, a composição do Sol é de 94,86% de hélio, 3,12% de hidrogênio e 2% de materiais mais pesados no núcleo. Outra novidade mais absurda ainda é que a principal reação de fusão nuclear do hidrogênio na mais destruidora de todas as bombas já feita pelo homem − a bomba H − não é explosiva! Não é imaginação. Este livro mostra também aonde o Sol e as estrelas vão buscar a energia interminável que eles mandam para o espaço há bilhões e bilhões de anos, mas continuam inalteráveis.
