Não retorne mais aqui: Quem disse que mulher nasce mulher? Quando nasce, anuncia-se: É menina! Mas, daí até se tornar mulher há uma longa jornada. Este livro é sobre a jornada de Louise, que viveu experiências de rejeição na infância que destruíram a sua autoestima, interferindo nas suas escolhas e decisões até a vida adulta (sem que ela soubesse). Viveu uma experiência de tanta dor emocional que se sentiu com a carne exposta. Tal como a águia se renova depois de arrancar seu bico, suas garras e suas penas, ela se renovou. E, em uma trajetória de muitos “despertares” descobriu aos 40 anos de idade a mulher forte que sempre foi, quando enfrentou os desafios impostos pela vida. Essa descoberta se deu pela construção e desconstrução de crenças, pelo confronto dos seus valores fundamentais, pela clareza de sua ferida emocional e pelo fortalecimento do autoamor e da autoaceitação, e, finalmente, pela conquista da honra. A libertação em busca de mais autonomia e autenticidade na vida veio depois que reviveu, em uma importante missão profissional, a sua maior dor, a rejeição – dor da sua criança interior. Louise conheceu o fundo do poço da sua alma. Mal sabia ela que aquela seria a pior (e a melhor) experiência da sua vida.
